quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dr. Wellington Antonio dos Santos - Ortopedista

Traumatologista com consulta na R. Duzentos e Vinte e Cinco, 158 -  74610-090 Setor Leste Vila Nova - (62) 3946-4711


Gravação depoimento sobre Karine Serrano
Fisioterapia Coluna Lombar
Reabilitação paciente Karine Serrano
Pos cirurgia - Estabilização Dinâmica

Sling Training para fortalecimento musculatura paravertebral






Por que do sling training para mim? Por que chegamos a essas condições do sling funcionar e do sling  ter sido indicado pra mim?
Ft. Lucio Flavio, Pcte Karine Serrano e Dr. Wellington
Nós, geralmente colocamos como objetivo, do tratamento, seja qual ele for, a melhora do paciente. Nem todo paciente consegue melhora com tratamento convencional.  Sendo assim, tem um universo de pessoas que podem não conseguir  ter bons resultados com tratamento clínico, terapêutico normal, e até mesmo aqueles que não tem condições de uma melhora, com tratamento cirúrgico, que foi o seu caso. Nós tentamos um tratamento clínico medicamentoso, aonde você não teve uma resposta esperada, quando que a maioria dos pacientes pode ter essa resposta boa. E nisso, foi acarretando diversas  possibilidades que a gente poderia aventar: como o quadro psíquico, tava envolvido – que nós também tentamos. Tentamos também conjugar o tratamento emocional, com o tratamento clínico medicamentoso, tentamos o tratamento fisioterápico normal, antiálgico, cuja resposta não foi satisfatória. Ou se foi, foi durante pouco tempo, momentâneo. Até que nós chegamos à conclusão, com ajuda de outros colegas o tratamento cirúrgico, que também não chegou ao objetivo satisfatório.

O quê que foi na cirurgia? Por que precisou da cirurgia?
O diagnóstico é uma degeneração do disco, num paciente tão jovem, não é normal. Mas isso tudo levou a gente optar por outros tratamentos também, se você não fazia parte de um conjunto de pessoas, onde é normal ter essa resposta. Então você tinha uma degeneração do disco, onde acarretou numa protusão discal e hérnia, que começaram a comprimir a raiz nervosa, a raiz lombar. Depois de ter tentado sem nenhum sucesso, chegamos à conclusão que o melhor seria o tratamento cirúrgico. Que também não obteve uma melhora satisfatória, porque você continuou tendo crises. E essas crises eram ponto de preocupação. De todos nós profissionais que estávamos envolvidos no caso. Médicos, terapeuta, acupunturista.

Aí chegamos a resposta do Sling: Dr. Lucio fez o curso em São Paulo, e veio com essa proposta, foi até meu consultório. Onde conseguiríamos melhorar a musculatura estabilizadora, articular sem forçar essa articulação. Logo de imediato, quando ele me falou isso me deu um estalo, bateu uma luz. Por quê? Porque eu estava a procura de um método onde não houvesse uma sobrecarga na articulação e conseguisse fortalecer a musculatura estabilizadora da sua coluna. Porque você já estava a bastante tempo,  sedentária, sem fazer nenhum tipo de atividade física, e sua musculatura estava hipotrofiando cada dia mais. E a hipotrofia gerou a instabilidade da sua coluna, e era prejudicial tanto pra degeneração em si, dos discos intervertebrais, como também da cirurgia. Porque você operou, ficou um tempo parada. Depois da cirurgia ficou um tempo maior. E eu precisava de fortalecer essa musculatura. Mas eu precisava fortalecer essa musculatura, sem forçar, nem a estabilização que foi feita através da cirurgia e nem da articulação por si só. E quando o Lucio falou isso pra mim, foi como se caísse uma luva na minha mão. Eu disse “eu acredito que isso será o melhor pra Karine”. Porque toda vida a gente falava sobre isso, que eu precisava fortalecer sua musculação sem prejudicar sua articulação. E era uma coisa que a gente não estava conseguindo: nem com natação, nem com hidroginástica, nem com pilates. E Foi agora que nós tivemos a nossa melhor resposta, depois de 5 anos de tratamento. E foi uma alegria muito grande, quando você veio me relatar a primeira resposta, das primeiras sessões que você fez. Aonde você conseguiu fazer determinados exercícios, movimentos, que eu jamais pensei que você pudesse fazer. As visitas em meu consultório, onde você apenas fazia apenas uma sustentação no seu tronco, no seu quadril, era motivo de dor, motivo de fisgada. Onde descia perna afora. Era um quadro que deixava qualquer médico insatisfeito. Mas como todo ,profissional, a gente fica sempre na retaguarda, esperando que uma coisa possa melhorar, então eu fiquei nessa expectativa. Então, quando você me relatou essa melhora, foi motivo de alegria imensa. Onde eu passei a acreditar ainda mais, porque eu já acreditava com a explicação do dr Lucio. Tanto é que eu te indiquei por causa disso.

E a diafibrólise?
Quando ele explica que consegue a movimentação desses músculos, inclusive a tentativa do músculo mais intrínseco da coluna. E que não é uma coisa difícil de se imaginar, né? E uma coisa importante de se destacar é que durante esse período de sedentarismo, além da hipotrofia muscular, a gente contava com essa fibrose, que foi pós-operatória, onde resultou nos grupamentos musculares ficarem mais aderidos. E a diafibrólise é justamente a liberação dessa musculatura, grupamento muscular por grupamento muscular, isso me deu mais certeza ainda que o tratamento fosse adequado pra você. E também pra todos os pacientes que tiverem esse tipo de circunstância. Que é grande parte, viu? Onde é necessário fazer a cirurgia, e o paciente é obrigado a ficar em repouso, e esse repouso pode começar a causar essa aderência nos grupamentos musculares, além da hipotrofia. Então hoje em dia, eu acredito que, todo tratamento cirúrgico, deve ter indicação o sling e a diafibrólise, onde será necessário fortalecer a muscultarura hipotrofiada e a liberação da musculatura aderida. Pra falar a verdade, eu acredito que é uma revolução do tratamento pós operatório de coluna. Ou ainda de qualquer outro tratamento cirurgico, eu como especialista de joelho, nas próteses que eu faço, nos ligamentos cruzados, eu vejo uma hipotrofia... muito grande ... mas no caso específico da coluna, é difícil vc alcançar essa musculatura intríseca da coluna, com qualquer outro tipo de exercícios. Entao eu acho que é mandatório, se ter esse tipo de visão. A equipe médica que trata do paciente precisa ter essa visão, não é somente o ato cirúrgico que pode melhorar. O ato cirúrgico é uma coisa mecânica que vai tirar determinada patologia, que não pode ser retirada com medicamento, com quimioterápicos.Mas não podemos nos esquecer que o tratamento cirúrgico é uma agressão ao organismo. Onde ele vai ficar parado pra se restabelecer daquela agressão. Entao esse período de repouso, causa todos esses malefícios, porque nosso organismo é dinâmico e ele não foi feito pra ficar totalmente parado. Entao, o sling veio pra salvar o médico cirurgião, do pós operatório inadequado que tem sido feito, constantemente durante vários anos.

E os últimos 5 anos podem ser resumidos nesse desgaste de terapias inadequadas ou do sedentarismo puro. E o meu pós operatório foi extremamente complicado. Eu tive situações que eu falava assim:
- “Estou convivendo com a dor!” Nesse 5 anos, eu passei a entender como a dor funcionava. Eu chegava em casa e raríssimas vezes, eu me lembro de ter passado uma noite sem sentir dor. Se eu não estiver medicada. Estando medicada, eu ainda tinha um certo alívio, mas nessas crises tenebrosas, nem com medicação eu tinha alívio.
 E você me relatou isso – respondeu Dr. Welligton – E isso era motivo de muita frustração. E é bom lembrar, pois as medicações que você usou durante esse período, são medicações de alta potência analgésica, de alto poder de sedação, e pra dormir você relata que tem que tomar, tanto os sedativos como os analgésicos de ação central. Sabendo que toda essa medicação tem efeitos colaterais, mas era uma maneira de te deixar um pouco, menos desconfortável. Nem falo em “mais confortável”, mas falo em menos desconfortável. Porque a queixa estava estampada na sua cara.
- Eu não conseguia me movimentar na cama!
- A qualidade de vida cai. Até mesmo o emocional do paciente fica alterado. A irritabilidade fica a flor da pele. Todos os sentimentos ficam exacerbados. Não se consegue promover a extensão do quadro álgico. E esse é o grande “Xis” da questão: essa retirada do paciente que está com o quadro álgico muito exacerbado, onde não se consegue nenhum tipo de tratamento que haja remissão desse quadro. Vc passa a enxergar a medicina como tratamento, quando se tenta fazer algo assim, o tratamento  fica totalmente  desacreditado. Vc passa a enxergar a coisa totalmente em vão, “por que estou fazendo isso? Sendo que eu vou ter que conviver com a dor?” e já encontrei muitos médicos falando isso pro paciente. E isso me diminuía muito, eu nunca acreditei, sob hipótese alguma, que uma paciente deva aceitar a dor, como se fosse uma coisa normal. Eu não posso admitir isso! Eu sendo médico, não posso admitir que a dor, seja algo normal.
- E é tão interessante isso, eu sou tão condicionada a sentir a dor, e ter tolerância a dor. Que eu tive muita dificuldade de compreender que o sling pode ser feito completamente sem dor. Às vezes eu deixava de relatar algum desconforto, alguma fisgada,  e aí o Lucio falava “Karine, não me sonega informações! Eu estou vendo que você está sentindo dor. Não deixa de me falar! Eu tenho outros padrões para passar pra você. Onde você vai fortalecer a mesma musculatura, mas não vai sentir dor. E o quê que eu fazia”Eu achava: não! Eu vou fazer porque precisa ser feito!” a minha “cronicidade” com a questão da tolerância a dor, eu também precisei me curar dela! Foi muito complicado! E desses 3 meses que estou fazendo a terapia combinada sling e diafibrólise, de agora pra frente, eu sou outra pessoa.

-Olha pra você ver como tudo isso é interessante: não estou aqui pra fazer nenhum tipo de folclore e nem tão pouco exaltar qualquer tipo de coisa não... nem fazendo propaganda, nem promoção de nada. Apenas fatos! São fatos! Nós vivemos isso durante esses 5 anos. A gente não sabia que a resposta era algo tão simples: a saída era o sling. A alteração da sua vida, foi tão grande, ao ponto de você achar normal, a ponto de você mudar o seu ponto de vista, o seu jeito de ser, sua característica, sua personalidade, vou fundo... pq vc pensando a dor como padrao normal de vida, você muda o seu patamar de qualidade de vida. Porque qualquer diminuição da dor, vc acharia que com isso vc estava tendo uma qualidade de vida boa. E nós sabemos que não! Que ser saudável é a ausência da patologia! Seja ela qual for: seja dor, seja questão emocional... Tudo! E afetava isso: a mudança da sua característica, de chegar a mentir, talvez a palavra mais adequada seja essa mesma, mentir para o profissional fisioterapeuta, na esperança de que fazendo aquele exercício, mesmo com dor, você seria aliviada em outro momento. Aquela coisa que estava te martirizando a tantos anos. E é onde que pra você, o sling resolveu. Pois você passou a conhecer o próprio corpo. Você conseguiu enxergar coisas que você achava impossível de fazer devido a dor. Então quer dizer, você não está mexendo só no foco do problema, houve uma mudança total,  globalizada: do emocional, do orgânico, na sua musculatura, no seu jeito de viver... talvez seja por isso que vejo tanta radiação de felicidade que estou vendo ultimamente em você. O sling te ajudou a encontrar essa possibilidade de fazer exercícios para o fortalecimento sem causar a dor. E foi uma coisa que me ajudou muito a interpretar melhor o paciente. Porque tem a visão muito alopata da coisa, muito mecânica, o ortopedista tem mania de mecanizar o atendimento. Cada paciente é diferente, ele precisa ser olhado como ser humano, onde ele tem um complexo de coisas que influenciam na patologia. Ele tem um complexo de fatores que faz com ele se encontre exatamente onde ele está. E isso tem que ser diferente, diferenciado para cada paciente, cada pessoa. E ai vem a grande questão, a grande importância do fisioterapeuta de enxergar isso.Porque ele não vai fazer o tratamento globalizado pra todo paciente. Porque cada paciente tem determinada musculatura que pode estar atrofiada, tem uma determinada fibrose que pode estar fazendo uma aderência naquela região. E se o fisioterapeuta consegue enxergar isso, ele se diferencia dos demais. Porque ele não vai atuar naquele paciente como mais uma peça de trabalho dele. Ele vai atura no paciente como ser humano que está tendo um problema que pode ser resolvido. Seja com determinada técnica, ou seja com outra, mas ele consegue enxergar isso. Onde ele te falou, “olha, eu tenho outros padrões de exercício, onde eu consigo fazer aquela musculatura fortalecer, sem você sentir dor.” Então, o paciente precisa estar na mão do profissional, ele precisa ter confiança no profissional e o profissional precisa confiar na resposta do paciente. Eu costumo falar sempre para meus pacientes: “medicina é acompanhamento. Medicina não é operar, passar remédio, essas coisas... acompanhar, conhecer o paciente.
- E você faz isso muito bem Dr. Welligton!
- Então, somos dois! Porque o Lucio faz isso! Eu encaminho pacientes pra ele com total confiança porque ele é uma pessoa diferenciada. Ele tem condições de enxergar, e de dar um tratamento, parecido, ou até às vezes, melhor do que o meu tratamento pacienteXprofissional. E isso pra mim é importante. Porque eu encaminho, mas o paciente retorna no consultório com a mesma satisfação que ele saiu do meu consultório. Sem ter nenhuma queixa de maus tratos ou de tratamento superficial. O profissionalismo é preponderante, porque você está mexendo com seu humano. E o ser humano não é só joelho, não é só quadril, não é só coluna, ele tem outros aspectos que faz com que você precise olhar com carinho. Na maioria das vezes, ele chega no consultório debilidado, se vc é indiferente com aquela debilidade dele vc passa a não ter condições de fazer um tratamento adequado. Porque o paciente não consegue se entregar, não consegue chegar e se abrir. E é isso, você conseguir enxergar que o paciente tem um problema real.

Nenhum comentário:

Postar um comentário